Portal Melhores Amigos | Domando a ferinha: como amenizar a agressividade dos hamsters
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20 mar Domando a ferinha: como amenizar a agressividade dos hamsters

Pode até parecer mentira, mas aquelas bolinhas de pelo lindas e fofas – mais conhecidas como hamsters − podem ficar enfezadas às vezes. Vale observar o comportamento do seu pequenino para saber se ele está bem ou se tem algum estresse rolando por ali.

“Hamsters normalmente são dóceis. Quando nascidos em cativeiro e manuseados desde filhotes, tornam-se bem mansos”, explica Thiago Rodrigo Salvador, médico veterinário especializado em clínica médica e cirúrgica de animais silvestres e exóticos, atuante nas clínicas Zoo World, Estação Zoo e Breeds, todas em São Paulo.

Dr. Thiago conta que alguns animais podem se tornar agressivos pela falta de manuseio. “Normalmente, animais que se tornam agressivos podem adotar um comportamento de se virarem de barriga para cima quando vamos tocá-los. Assim, conseguem se defender melhor. Alguns animais também fazem vocalizações bem baixas que significam ‘não me toque’”.

Se o seu hamster age assim, manuseá-lo mais e dar uma repaginada no ambiente em que vive é crucial. “Para tentarmos reverter esses quadros de agressividade, temos que ter um enriquecimento ambiental com tocas e comidas diferenciadas, e o mais importante: o manuseio. Quanto mais manuseio, mais doméstico fica o animal”, relata o especialista.

Para auxiliar nesse contato, podem ser usadas luvas de ráfia a fim de evitar as mordidas. No entanto, Dr. Thiago ressalta que alguns hamsters simplesmente não fazem o tipo “animal de colo” e ser antissocial pode fazer parte da personalidade do bichinho.

De qualquer forma, seguir as recomendações acima é uma forma de promover o bem-estar do seu pequeno roedor. “Quanto mais higiene tivermos, mais saudável será a vida do nosso hamster. Hoje em dia, temos vários tipos de gaiolas e alimentos. O importante é respeitarmos o espaço, não mantê-los em um ambiente muito pequeno e sempre prover enriquecimento ambiental”, frisa o médico veterinário.

 

 

Por: Paula Soncela

 

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