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Criação legal é importante para saúde e bem-estar dos pets

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30 out Criação legal é importante para saúde e bem-estar dos pets

O termo “criação legal” vem ganhando força no universo pet, caminhando lado a lado ao crescimento do mercado e do setor. Mas você sabe o que isso significa?

A criação legal é um conceito amplo, que envolve não só a posse responsável dos animais de estimação pelo seu tutor atual, mas também de todos os envolvidos no ciclo de vida dos pets. Ela está relacionada à criação e ao cuidado desses animais, para que tenham ambientais adequados, de acordo com normas sanitárias e de bem-estar.

Uma das discussões envolvendo a criação legal é a legalização ou proibição de venda de pets. Marcela Rohde Abade, proprietária do abrigo Recanto Bicho Feliz (www.recantobichofeliz.com.br), diz ser a favor da venda de animais de estimação, desde que legalizada e com fiscalização. “A proibição daria abertura para um maior número de clandestinidade. Claro, estamos falando de vidas, então, deverá ter uma maior fiscalização para as leis que já existem. E os animais precisam ser vendidos castrados, em âmbito nacional”, afirmou.

O IPB (Instituto Pet Brasil), entidade que congrega a indústria e o varejo pet brasileiros, também adota posicionamento favorável ao comércio de animais de estimação oriundos de criadouros legais e mantenedores de boas práticas. A entidade entende ser imprescindível a criação desses animais em ambientes adequados e de acordo com normas sanitárias e de bem-estar.

“Não há dúvida de que precisamos acabar com atividades clandestinas e com os maus-tratos aos animais. No entanto, isso acontecerá pela fiscalização, certificação de criadores, manual de boas práticas, RG PET, e não pela proibição”, diz a entidade, em nota.

De acordo com o IPB, a criação e comercialização de animais de estimação fazem parte de um setor que ao todo – levando em consideração indústria de alimentos, fabricantes de acessórios e medicamentos, criadores e varejo pet – faturou em 2018 R$ R$ 34,4 bilhões. Isso faz do Brasil o segundo maior mercado do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Vale lembrar que o segmento gera cerca de 2 milhões de empregos nacionalmente.

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