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Cinco cuidados básicos com gatos recém-adotados

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17 out Cinco cuidados básicos com gatos recém-adotados

Adotar um gatinho, seja ele filhote ou idoso, deve ser uma decisão bem pensada. Não adianta colocar o novo bichinho de estimação dentro de casa sem planejar adequadamente o que fazer em relação à sua saúde e ao seu bem-estar.

Por isso, é preciso entender que, para ter um novo companheiro, deverão ser feitas adaptações na rotina do tutor e até em seu local de moradia. Essas mudanças vão exigir tempo e dinheiro.

Para ajudar nessa tarefa, a médica-veterinária Heloisa Carlucci de Moraes elenca cinco cuidados básicos com gatos recém-adotados. Veja abaixo.

 

VACINAÇÃO E VERMIFUGAÇÃO

Os gatinhos devem ser vacinados e vermifugados assim que forem adotados. As vacinas básicas são contra viroses e contra a raiva. “A gente recomenda sempre um check-up logo após a adoção. A avaliação do veterinário é essencial não só para explicar os cuidados básicos, mas também porque cada animal tem um comportamento diferente, que pode exigir cuidados diferentes”, explica Heloisa.

 

ADAPTAÇÃO DA CASA

A médica-veterinária ensina um cuidado essencial para gatos recém-adotados: o local onde eles vão morar tem que ser telado _mesmo se for uma casa. “Muitos tutores acabam tendo um primeiro gato e não seguem essa recomendação. Aí, o animal, que não está habituado a viver dentro de uma casa, foge”, alerta Heloisa.

A tela faz com que o gatinho entenda que precisa ficar dentro de casa. “Apesar de os felinos já estarem bem domesticados, são animais que conseguem subir alto, pular muros. Quando ainda não estão totalmente adaptados à nova família, tendem a fugir”, afirma.

Outra dica para a adaptação da casa é comprar arranhadores, para evitar que os gatos recém-chegados danifiquem móveis.

 

ALIMENTAÇÃO

“Muitos tutores não sabem, mas gatos são muito preguiçosos. Quem nunca teve gato não sabe que um potinho de água não é suficiente. Ele não vai querer deixar de dormir para ultrapassar toda a casa para beber água. E gatos que bebem pouca água têm, no futuro, problemas renais”, explica a veterinária. Ou seja, quando um novo animal chega em casa, é preciso colocar potes de água em vários cômodos.

Com a comida, a regra é deixar ração à vontade. “É diferente do cão, que exige uma alimentação regrada duas ou três vezes por dia. Com o gato, tem que deixar a ração à vontade. Pode ter mais de um potinho, inclusive.”

 

LIMPEZA DA CAIXA DE AREIA

Como gatos são extremamente higiênicos, é preciso deixar a caixa de areia sempre limpa, porque senão eles não vão fazer suas necessidades novamente no local. “O gato vai segurar o cocô e o xixi, vai ficar apertado até que o tutor limpe a caixa de areia. E isso pode causar problemas urinários nos gatos, muito comuns, como obstrução e infecção”, diz Heloisa.

 

(DAR POUQUÍSSIMOS) BANHOS

A regra é que gatos não precisam de banhos, pois eles mesmos mantêm a higiene com o uso da língua/saliva. “Depende muito do tutor. Se ele quiser dar banho, pode ser uma vez por mês ou a cada três meses”, diz Heloisa, com uma ressalva importante: “É preciso dar banho com produtos específicos, pois o pH da pele do gato é muito diferente do pH da pele do humano. Muitos tutores acabam usando produtos de humanos e causando problemas dermatológicos nos bichinhos”.

Para filhotes que ainda não estão vacinados, banho só em casa, por conta do risco de pegarem alguma doença por não estarem imunes. E, para todos os gatos, banho sempre durante o dia (é preciso evitar ao máximo correntes de ar para que não peguem doenças). E, claro, secar sempre os pelos muito bem.

 

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