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Antes de existir no terreno de Sepetiba, zona oeste do Rio de Janeiro, o abrigo era comandado por uma senhora.
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Associação Focinhos de Luz ajuda cães e gatos abandonados

gato pessoa beijinho

25 abr Associação Focinhos de Luz ajuda cães e gatos abandonados

A Associação Focinhos de Luz nasceu há cinco anos já com uma história de superação. Antes de existir no terreno de Sepetiba, zona oeste do Rio de Janeiro, o abrigo era comandado por uma senhora. Mas, com o tempo, conta Tai Cockell, integrante da diretoria da ONG, ela e outros voluntários foram percebendo que os animais resgatados naquele lugar não tinham o tratamento necessário nem adequado para sua recuperação: “essa senhora simplesmente pegava animais de rua e os colocava em um terreno, sem estrutura e nem pensamento futuro para reintroduzir os animais à sociedade”.

A decisão então foi “fazer direito”: “compramos um terreno em Sepetiba e começamos a nossa história”. Cinco anos depois, a associação continua ajudando animais abandonados a encontrar seus lares. E o símbolo desta trajetória é o Amigão. Ele estava no abrigo resgatado pelos voluntários e ainda hoje vive na associação: “ele tinha tudo o que era possível: sarna, anemia… Enfim! Situação lamentável  em todas as instâncias. Hoje, ele é um dos nossos idosos queridos e muito amado”, conta.

Como ela atua?

A Associação Focinhos de Luz vive de doações e possui algumas parcerias com feiras de adoção. Além disso, eles promovem também um sistema de recompensas da Pedigree. No entanto, a doação é o que faz diferença para o funcionamento da ONG: ”sobrevivemos com doações mensais chamadas de apadrinhamento. A pessoa escolhe um bichinho e vira padrinho/madrinha com apenas R$ 60 por mês. Com este dinheiro, pagamos as contas e nossos funcionários, que se revezam nas tarefas de manutenção diária do espaço”.

Além disso, a Focinhos de Luz se preocupa com a adaptação do animal após a adoção, e em alguns casos, inclusive, vendo que o bichinho não está feliz, pega o animal de volta: “fazemos acompanhamento das adoções durante os primeiros seis meses. Ligamos e pedimos fotos durante esse tempo. Se por algum acaso não tivermos resposta ou suspeitarmos de alguma coisa, fazemos uma visita ao local”.

 Como ajudar?

Além do apadrinhamento e das doações, você pode ajudar a ONG de outras maneiras. Segundo Tai, eles estão sempre precisando de voluntários para funções burocráticas e presenciais: “nos revezamos nos acompanhamentos, no transporte para as feiras, nas buscas de adoção etc.”.

Caso tenha interesse em ajudar, é só entrar em contato com a associação. As funções disponíveis são distribuídas de acordo com a disponibilidade da pessoa: “nosso trabalho às vezes parece de enxugar gelo, mas acreditamos que o ser humano é capaz de transformar isso. Sempre pedimos que as pessoas ajudem animais e não jogue a responsabilidade para instituições que, com certeza, já estão lotadas. Resgate, cuide, castre e coloque para adoção. Eles agradecem e nós também”.

 

 

Larissa Godoy
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