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Savannah: da selva africana para o seu sofá

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27 abr Savannah: da selva africana para o seu sofá

À primeira vista, o Savannah parece um pequeno guepardo, com suas patas longas, orelhas altas e pelagem  manchada. Essa raça, muito exótica e um tanto rara, produz exemplares apaixonantes, tanto por sua aparência, quanto pelo temperamento. Descendente dos servais, felinos selvagens de origem africana, o Savannah é gracioso e bastante atlético.

O primeiro registro de um Savannah foi feito em 1986, pela criadora Judee Frank. Era uma fêmea, resultado do cruzamento de uma gata doméstica com um serval. A ela foi dado o nome Savannah, em alusão às savanas de onde o serval origina-se, que acabou virando sinônimo da raça.

Segundo Sylvia Roriz, presidente da Confederação de Felinos do Brasil, o Savannah “é um gato ativo, brincalhão, que interage bem com humanos e com outros gatos. Não é propriamente um gato de colo, mas é carinhoso e muito leal com quem ele ama.” Aliás, quem tem um exemplar da raça, garante ela, se apaixona, pois são animais muito companheiros, que gostam de seguir o dono pela casa.

Apesar de exigir escovação semanal, o Savannah é um pet de fácil manutenção. Não estão documentadas doenças genéticas relacionadas à raça e apenas a vacinação e alimentação equilibrada são necessárias para a saúde do felino.

Por ser um bichano atlético, ele precisa de exercícios. “Ele é tanto um gato para apartamento como para casa”, diz Sylvia, “mas é sempre bom lembrar que ele salta e corre, podendo com isso cair de janelas ou varandas”. No entanto, ele pode ser treinado para usar coleira e passear pelas redondezas. Aliás, a maioria adora a atividade.

O Savannah também é muito inteligente e aprende a brincar de buscar objetos, como bolinhas de papel. Esse gato é extremamente dócil, adora crianças e se dá bem com outros animais − menos pássaros, que podem virar caça em questão de minutos.

Ainda segundo Sylvia, a raça já está bem introduzida no Brasil, por meio de criadores especializados, “mas muitos ainda preferem importar um espécime que seja F1 ou no máximo F2”, comenta.

O número ao lado da letra F representa a distância de gerações entre o serval e seu descendente. Um F1 é filho de um serval, o que faz com que seja geralmente um animal grande e com aspecto mais selvagem. Alguns F1 e F2 chegam a pesar 15 kg.

E aí? Pronto para ter uma fera dessas ronronando pela casa?

 

 

 

Por: Paula Saldanha
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