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Intoxicação: o que fazer se meu gato ingerir algo que não deve?

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19 out Intoxicação: o que fazer se meu gato ingerir algo que não deve?

Alguns bichos são como crianças: apesar de você manter a “vigilância” constante, eles sempre dão um jeito de se desmaterializar do seu campo de visão para aprontar alguma arte, como colocar objetos estranhos na boca – até mesmo o mais esperto dos animais não está livre de se prejudicar com este hábito.

Então, aprenda o que fazer (e o que NÃO fazer) quando o seu gatinho se intoxicar ingerindo algo que não deveria.

“Em caso de intoxicação, a conduta recomendada é levar o gato a uma clínica veterinária o mais rápido possível. É importante mantê-lo aquecido, com a cabeça em situação superior ao resto do corpo, boca aberta, e não dar nenhum alimento, nem água, leite e etc.”, orienta Gelson Genaro, professor do Centro Universitário Barão de Mauá, de Ribeirão Preto, especialista em bem-estar felino.

Neste ínterim entre a intoxicação e a chegada ao veterinário, tente prover o máximo de tranquilidade para o bichano. “Não tente estimular o animal (chamando-o ou cutucando-o) já que estes estímulos poderão potencializar os seus sentidos, alterando suas respostas”, ressalta o especialista.

Só para frisar, em hipótese alguma dê leite para o animal. “Nos casos de intoxicação, é muito comum a convulsão, sendo que nesta condição, o animal pode fazer falsa via ao ingerir o leite (ou qualquer outro líquido) e este pode ser encaminhado para seus pulmões. O leite pode, ainda, aumentar os efeitos prejudiciais de determinados produtos tóxicos, o que irá agravar ainda mais o caso”, alerta Gelson.

Então, se o seu bichano se intoxicou, o passo a passo é “encaminhar o animal o mais rápido possível para um médico veterinário e iniciar os procedimentos em função da sintomatologia apresentada. Irá ajudar significativamente se o tutor souber o que causou a intoxicação (e puder levar a embalagem junto, no caso de um produto de limpeza, por exemplo) para que, assim, o médico veterinário tenha importantes informações em mãos para estabelecer um tratamento específico”, recomenda o especialista.

 

 

Por: Paula Soncela
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