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Entenda a cinomose e cuide bem da saúde do seu cão

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22 jun Entenda a cinomose e cuide bem da saúde do seu cão

Você decidiu ter um novo amigo em casa e já está com tudo preparado para recebê-lo: caminha, pote de água, ração, coleiras e roupinhas. Não se esqueça também de garantir a saúde do seu cãozinho e preveni-lo contra a cinomose, uma doença muito grave e difícil de tratar.

Provocada pelo vírus CDV (Canine Distemper Virus) – em português: Vírus da Cinomose Canina (VCC) –, a cinomose atinge cães, furões e alguns animais silvestres. O CDV é altamente contagioso e é transmitido através de secreções do nariz e boca, o que faz com que a maioria dos cachorros já tenha sido exposta ao vírus. Basta um espirro do animal contaminado para que a doença se espalhe.

No geral, a prevenção é dada com vacinas contra a doença, cuja primeira dose costuma ser aplicada por volta dos 45 dias de vida. Enquanto filhote, o cãozinho deve tomar mais duas doses e ter reforço anual da vacina. Evite que o bichinho entre em contato com outros cães até a terceira dose. No entanto, não vacine o pet antes de conversar com um veterinário, pois algumas condições de saúde podem afetar o efeito da vacina.

A cinomose pode ser muito grave e manifesta-se como uma infecção aguda, caracterizada por uma série de sintomas. Procure ajuda médica se seu amigo estiver com alguns dos seguintes sinais clínicos iniciais: febre, secreções nasais e oculares, pústulas na barriga e no focinho, falta de apetite, vômitos e diarreia. Se não tratada o quanto antes, a doença pode afetar o sistema nervoso e causar dificuldades de locomoção, espasmos musculares, em alguns casos, desvios de comportamento (o cachorro pode ficar agressivo e não reconhecer o dono, por exemplo) e até mesmo a morte.

Quanto antes a cinomose for diagnosticada, maior a chance do seu cãozinho sobreviver. Apesar de não haver um medicamento específico para a doença, o tratamento consiste em deixar com que o sistema imunológico do seu melhor amigo combata a doença, por isso, jamais medique o pet em casa e siga a rigor as indicações
do veterinário. As chances de cura aumentam em cães adultos, em relação aos filhotes. Pode acontecer do pet ter sequelas após o tratamento, como espasmos musculares ou dificuldade para andar.

Se o seu cachorro for portador do vírus, certifique-se de lavar bem locais e objetos com os quais ele teve contato e evite ter outro cãozinho por, pelo menos, seis meses, para garantir que a carga viral do CDV seja praticamente nula.

 

 

 

 

Por: Paula Saldanha

 

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