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Displasia coxofemoral, um risco para nossos amigos

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16 mar Displasia coxofemoral, um risco para nossos amigos

Entre os quatro meses e um ano de idade, os cães e gatos precisam de um olhar mais atento de seus tutores. É em geral nessa época que os casos de displasia coxofemoral surgem. Trata-se de uma doença causada pela instabilidade da articulação e que provoca muita dor nos nossos amiguinhos.

A boa notícia é que existe tratamento. A médica-veterinária Elisa Scalco explica que o animal que sofre com displasia apresenta dor e musculatura dos membros pélvicos atrofiada. Os sintomas visíveis são resistência ao exercício físico e dificuldade para se levantar.

“O diagnóstico é realizado através da radiografia. Já o tratamento pode ser cirúrgico ou clínico com medicamentos, suplementos, acupuntura e fisioterapia. Porém cada caso necessita de um tratamento específico, que será receitado pelo médico-veterinário”, afirma Elisa.

A médica-veterinária explica que a displasia coxofemoral é uma doença degenerativa e hereditária que apresenta influência de diversos fatores durante o desenvolvimento. Afeta em geral os cães de grande porte com crescimento rápido, mas podem ter casos de cães pequeno porte e gatos. Elisa conta também que alguns animais podem apresentar o problema desde as primeiras semanas e em outros casos só com idade mais avançada.

Caracterizada pelo crescimento ósseo que não é acompanhado pelo muscular, a doença piora com o sobrepeso. Isso porque o cão passa a forçar seu quadril, que é justamente a região mais afetada.

Se o tutor tiver qualquer suspeita, deve imediatamente levar o cão para o seu veterinário de confiança.

 

 

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