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Cães e gatos do MS recebem microchip. O que é e para quê serve essa tecnologia?

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18 mai Cães e gatos do MS recebem microchip. O que é e para quê serve essa tecnologia?

Depois de anos, um projeto de lei no Mato Grosso do Sul foi aprovado – e já colocado em efetividade: ele obriga todos os cães e gatos residentes do estado a serem registrados no órgão municipal responsável pelo controle de zoonoses ou em estabelecimentos veterinários credenciados. Mas o que é, no fim das contas, este microchip?

Segundo a médica veterinária Ana Julia Cagnassi, ele nada mais é do que é um chip eletrônico minúsculo dentro de um cilindro de ar, quase do tamanho de um grão de arroz. “Esse chip é aplicado embaixo da pele do animal através de uma injeção que não causa nenhuma rejeição, já que é feito de um material biocompatível. A aplicação é tranquila e indolor, como uma vacina comum”, explica.

O microchip não tem função de GPS: ele apenas é ativado quando um scanner passa por cima do local. Nesse momento, ele emite uma frequência de rádio onde pode-se obter o número de cadastro daquele chip. Com ele, é possível acessar as informações daquele animal, como o contato do tutor, carteirinha de vacinação, cor do pelo, fotos do animal e etc.

Segundo Cagnassi, a utilização pode ser comparada a uma identidade. “Paralelamente ao uso da coleira, é uma garantia a mais, caso o animal fuja de casa ou seja roubado”, adiciona.

A médica veterinária também tranquiliza os tutores: não há risco para a segurança de seu melhor amigo. “Pelo contrário: eles são feitos para trazer mais segurança na vida dos pets. A incidência de acidentes são mínimas e pouco comprovadas cientificamente.

A Associação Americana de Médicos Veterinários publicou um estudo relatando que, de 7,7 mil animais de abrigos, 52% dos que tinham microchip voltaram para casa, contra apenas 21% dos que não tinham.

Cagnassi também lembra que o Brasil não é necessariamente pioneiro nisso. “A utilização dos microchips não é uma novidade em diversos países do mundo. Esse cadastro, inclusive, já é obrigatório em vários deles. Na dúvida entre colocar ou não o chip, pense na segurança do seu animal”, aconselha.

 

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